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Volta ao lar

Ia andando, caminhando sem um rumo, desesperado por um recomeço. Sua vida, antes tão cheia de alegrias, se apagara em tristeza. Seus traços, marcantes, eram agora nada, como se seu destino se tornasse incerto por sua fuga.


Percebia a atração irresistível e sabia que o inevitável acontecia. De mansinho, sem pretensões, sem saber quanto tempo iria durar, foi se aproximando mais uma vez daquele lugar que, mais do que tristezas, havia lhe dado muitas alegrias.

Atravessou o umbral, tirou o fardo dos ombros e deixou o peso das incertezas para trás. Sabia, em seu íntimo, que seria recebido com alegria uma vez mais. O pródigo completava sua volta ao lar.



É isso aí, pessoal! Depois de tanto tempo sem postar, deixando o blog às moscas e às teias de aranha, resolvi voltar antes que o monstro da inércia terminasse sua digestão e me fizesse vítima de seus caprichos. Sim, aqui estou e, embora não vá postar com muita regularidade, volto mais uma vez a este espaço. Espero ser bem-vindo.

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