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Conto de Bruxa

Faz já um tempo que não posto nada sangrento por aqui. Que tal misturarmos sangue e fantasia? Bruxas povoam nossa imaginação desde pequenos. Nossas mães nos contam histórias onde as bruxas tentam matar princesas e devorar criancinhas e nós acreditamos e choramos de medo. Mas crescemos e descobrimos que bruxas não são reais. Neste mundo. E em outros mundos, será que são? A Rainha-Bruxa Bruno Leandro A rainha-bruxa foi traída. Entregue por seus vassalos, ficou decidido que ela seria queimada na fogueira. A rainha-bruxa está morta. Longa vida à rainha! Mas,... um ano depois... O capitão da guarda estava preocupado. Muitas servas estavam desaparecendo misteriosamente. Pouco depois, elas eram encontradas mortas, dilaceradas como se devoradas por algum animal, ou sem sangue pelo corpo ou, mesmo, sem carne alguma em seus ossos, sobrando apenas roupas e acessórios para sua identificação. Uma busca minuciosa foi feita pelos arredores do palácio, bem como dentro do próprio pal...

Primeiro de Abril Atrasado.

Este post está semanas atrasado, mas antes tarde do que nunca. Eu resolvi fazer um conto de primeiro de abril e postar aqui, mas, como eu ainda tinha outros textos a postar na frente, acabei não fazendo isso. Mas não tem problema. Como eu já ouvi por aí: antes tarde do que mais tarde. Porém, um aviso ao amigo navegante: este texto contém cenas fortes, mas, no fim, é tudo uma grande brincadeira de primeiro de abril. Ou será que não? Descubra por si mesmo. Com vocês: Um Terrível Conto de Primeiro de Abril. Bruno Leandro Devagar. Devagar era bom. Devagar era muito bom. Muito, muito bom. A navalha cortava o pescoço lentamente, abrindo a carne aos poucos, enquanto rompia músculos, tendões, nervos e artérias. O sangue, então, espirrava. Primeiro, devagar, um pequeno fio de sangue escorrendo pela pele. Depois, com maior velocidade, um esguicho tímido, fino, que foi se transformando em um rio rubro, que manchava pele e roupas, se empoçando no chão. O pedaço de carne gritava, mas isso ...