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Mostrando postagens com o rótulo Crônicas

Olhando para a frente

E aí, pessoal! Como vocês estão? Eu estou bem, mesmo depois de um feriadão em que não fiz mais nada além de trabalhar e estudar. Minto, fiz sim: tive um ataque de alergia misturada com resfriado que me deixou mal o domingo inteiro. Ah, se eu soubesse do que iria acontecer neste fim de semana... Mas, bem, a vida não é assim, não é mesmo? Não dá pra adivinhar o futuro e nós não temos como voltar no tempo para nos darmos conselhos. Se fosse possível, a vida seria tão mais fácil... O que o Meu “Eu” do Futuro me Disse Bruno Leandro Rápido, chegue mais perto! Eu não tenho muito tempo. Sim, eu sei que é estranho se ver assim, vários anos mais velho e tão diferente do que você se imaginava daqui a alguns anos. Tenho uma novidade para você: a vida é assim mesmo, nem sempre as coisas ocorrem do jeito que a gente imagina. A namoradinha de hoje pode, ou não, ser a esposa de amanhã e aquele seu grande amigo pode virar um de seus maiores inimigos. A vida é assim, o que se há de fazer? Não, não ...

Vício

E aí pessoal, beleza? Aqui está tudo certinho. O texto de hoje é uma brincadeira com os "novos vícios", os vícios da Era Contemporânea. Há, por exemplo, gente que se vicia em computadores, gente que se vicia em trabalho, gente que se vicia em celular... Bem, Marcelo, o rapaz que vai dar seu depoimento em seguida, tem um vício desse tipo. O texto é uma mistura de comédia com crônica e algo mais. Brinquei de fazê-lo via twitter, então tive que reestruturar algumas coisas antes de liberá-lo em definitivo. Ainda assim, espero que gostem. Depoimento de um viciado Bruno Leandro Então, por onde começo? Bem, meu nome é Marcelo e eu uso drogas há 120 meses, 1 semana e 3 dias. Eu não consigo me livrar da televisão. Eu nunca tinha assistido televisão antes. Minha mãe dizia que faz mal e eu sempre confiei. Ela é guerreira, tem me apoiado muito. Infelizmente, um dia eu fui introduzido a esse mundo. A culpa foi de um amigo, que me convidou pra ir à casa dele. Quando eu percebi, ele ...

September Eleven

Reflexões sobre o Onze de Setembro Bruno Leandro Hoje é dia 11 de setembro de 2011, uma data histórica, que relembra os 10 anos de uma tragédia americana: o dia em que dois aviões se chocaram contras as torres gêmeas do World Trade Center. É um dia triste para muitas pessoas e, infelizmente de júbilo para outras. Fico muito triste em dizer que há pessoas que eu conheço que dizem que ficaram “muito felizes” com o que aconteceu e que deram urros de alegria com a visão da tragédia. Eu só tenho a dizer que tais pessoas não têm nenhum coração. Não me entendam mal, não morro de amores pelos Estados Unidos da América, uma nação que não sabe tratar bem sequer seus próprios cidadãos e que acha ser dona do mundo. Entendo, também, que o que aconteceu fui culpa tanto da política armamentista, quando expansionista (e imperialista) que o país desenvolve desde muito tempo. Infelizmente, o famigerado 11 de setembro foi apenas uma das possíveis consequências para o que o próprio país esteve fazendo no...

Sacrifício Terapêutico

O texto de hoje nasce de uma antiga revolta minha em relação a como as pessoas tratam seus animais. Para quem não conhece o significado, eutanásia é o termo utilizado para quando os aparelhos de suporte de vida de alguém são desligados, geralmente porque essa pessoa teve morte cerebral e não vai retornar à vida (quando o cérebro morre, não há retorno). Tá, mas o que isso tem a ver com a minha revolta? Leiam meu texto a seguir: A Eutanásia Terapêutica Bruno Leandro Sei que o termo parece estranho, já que não há como eutanásia ser terapêutica, mas a verdade é que não estou para falar de seres humanos, apesar do título. Este texto é sobre animais. Sim, animais. É verdade que reservamos o termo “eutanásia” para o desligamento de aparelhos de seres humanos que sobrevivem (subvivem) ligados a suportes vitais. É também verdade que, quando falamos de animais doentes, utilizamos um outro termo, mais pesado: sacrifício. Mas o que seria o sacrifício de animais, se não uma “eutanásia terapêutica...

Protesto Virtual

Olá, pessoal. Hoje eu vou direto ao ponto: O Protesto de Cadeira Bruno Leandro Tem já um tempo que esse assunto fica me incomodando, mas eu não tinha ainda pensado em como abordar: é o protesto “de cadeira”. Tudo bem, mas o que seria isso? O protesto “de cadeira” é um protesto virtual, pela internet, onde todos mandam seus nomes para uma causa qualquer e, sem sair de casa, acham que estão dando suas contribuições para um mundo melhor. A questão para mim é: será que esse tipo de protesto é válido? Não que eu esteja condenando o mérito de quem tenta se mobilizar para mudar o mundo. E concordo que sim, que muitas vezes alguns desses protestos deram resultado impedindo que injustiças fossem cometidas. E, sim, se o protesto é contra algo que está fora do meu alcance físico, é claro que a internet pode ser uma aliada. Mas e quando a razão do protesto é aqui ao lado? E quando é uma empresa que não está nem aí se eu me mobilizei pelo Facebook reclamando, sendo que ela continua ganhando seu...

Se você não vê, não existe?

Olá, pessoas! Hoje vou falar sobre homens invisíveis. Vocês já viram algum? Eu, já. Vários, aliás. Como eu fiz isso? Descubram a seguir. PS: Este texto foi publicado na primeira edição do jornal do Instituto de Letras da UERJ: o "Jornal Sujo" durante o mês de maio. Primeiro passo na dominação mundial. Os Homens Invisíveis Bruno Leandro Estava eu dia desses passando pelas ruas do Rio de Janeiro, quando encontrei um homem invisível. Estava lá, na minha frente, eu juro! Daí, vocês vêm e me perguntam: mas como, de que maneira, você conseguiu ver um homem invisível? Se é invisível, não dá para ver, não é mesmo? Mas eu explico: Quantos de nós já vimos os homens que colocam e tiram os cartazes dos “outdoors”? E os letreiros dos teatros e cinemas de bairro? (Sim, eu sei que quase não existem mais cinemas de bairro, mas ainda estão por aí.) Ou, quem sabe, os montadores de vitrines? São essas as pessoas invisíveis de quem falo. Pessoas que fazem um trabalho importante, que não s...

Separação

Já aconteceu de algum de vocês desistir de algo que estava fazendo e querer mudar, dar uma repaginada em sua vida? Isso já aconteceu comigo várias vezes. Aliás, está acontecendo agora, mas estou resistindo desta vez. Pois bem, este texto que vou postar abaixo é justamente sobre isso, sobre uma mudança grande em minha vida que acabou sendo quase como um divórcio depois de um bom tempo casado. Eu nunca fui casado de verdade, mas a relação que eu tive era quase como se fosse: sim, eu chegava tarde, tinha brigas fenomenais e às vezes não podia sair com os amigos. Atualmente estou tendo um deja vu dessa relação, mas tudo bem, acho que desta vez engrena. Vou parar por aqui, ou o texto vai ser mais curto que a introdução. Com vocês: Divórcio Bruno Leandro Vou deixar a Matemática de lado por ora. Volto a fazer mais lá pra frente. É um casamento de seis anos, mas nem sempre entendo tudo o que ela diz. Ela faz muitos segredos, tem muitas incógnitas. Por isso, vamos nos separar por um te...