Pular para o conteúdo principal

O que é um Livro Bom?

Olá, pessoal. Como vão vocês?
O post de hoje é apenas uma opinião, uma ideia. Foi originalmente pedido por um amigo para ser publicado em uma seção de comentários de outro site. Mas, como acabou não sendo e não sou de desperdiçar o que faço, postarei aqui. Aqui eu falo sobre o que é um bom livro para mim. E vocês, o que acham? Será que vocês concordam comigo? Será que discordam?



O que é um livro bom?
Bruno Leandro

Bem, quando penso em livros, penso em mundos, em lugares inexplorados. Um livro ruim é um livro que fecha a porta para esses lugares. Já um livro bom é como a chave que abre essa mesma porta e nos convida a visitá-los.
Um livro bom é aquele me faz viajar dentro de sua história, que me faz me sentir como parte dela, que me absorve. É um livro que faz com que eu não perceba que fui raptado da realidade até que algum choque do cotidiano me traga de volta e eu, surpreso, me dê conta de que eu estava em outra dimensão.
Um livro bom é, em suma, algo inexplicável, dono de uma magia própria que faz com que você se envolva tanto em sua história que você possa ser capaz de odiar um personagem, amar outro, chorar a morte de um terceiro como a de um ente querido e torcer muito, mas muito mesmo, para que o personagem de quem você mais gosta tenha um excelente final, porque ele já não é mais um personagem para você. É um amigo amado que passou por muitas situações difíceis e que precisa de todo o apoio que possa receber. Ou seja: um bom livro faz você ir para uma outra realidade sem sair do lugar e se apaixonar por isso, desejando que suas novas experiências sejam sempre iguais as de ter lido esse livro.

Comentários

  1. É verdade, Bruno. Um livro para ser bom tem que tocar! Por isso sempre digo que classificar um livro como bom ou ruim é muito pessoal.Beijos

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

O Artesão das Imagens e Palavras

Hoje resolvi ambientar minha história em um mundo de fantasia que ainda irei criar. Como assim? Bem, este texto é sobre um ser que criei há algum tempo e que dá título ao conto de hoje. Aliás, é errado dizer que escrevi um conto, o que fiz foi apresentar este personagem e pedir a ele que falasse brevemente sobre sua história. Então, em vez de "conto", vamos dizer que meu personagem escreveu uma espécie de mini-autobiografia. Um pequena observação: esta não é a primeira aparição do personagem no blog, ele pode ser visto aqui e a cidade de Leandor também já existe, mas não um mundo onde eu possa colocá-la, ainda. Quem sabe eu a coloque em algum mundo já criado? Bom, ainda vou decidir isso. Questão de tempo. Por enquanto, fiquem com a biografia de: O Artesão das Imagens e Palavras. Bruno Leandro Não me tornei o Artesão das Imagens e Palavras à toa. Eu o fiz porque tinha um sonho. E um dom. Eu o fiz porque tive quem acreditasse em meu sonho. E em meu dom. Nasc...

Ser Homem

O que é ser homem? Muito se discute sobre isso e, além de algumas ideias pré-concebidas e estereotipadas, não existe uma definição oficial. Eu resolvi pensar sobre isso e cheguei à seguinte conclusão: Os Sofrimentos de um Homem Bruno Leandro Homem sofre. Não, não estou falando isso de brincadeira. É verdade, sim. As mulheres pensam que são as únicas afetadas pelos padrões da sociedade atual, mas estão enganadas. Querem um exemplo? Meninos não choram, homens não choram. Se um homem se sente triste, vamos beber pra espantar a tristeza. Se chora, é “sensível” (leia-se gay , no sentido pejorativo e preconceituoso da palavra). Ai do homem que soltar uma lágrima no lugar de um palavrão. Os que não forem próximos a ele vão debochar de seu sofrimento o quanto puderem. Na verdade, até alguns dos que não são tão próximos. Aliás, isso me leva a outro ponto: homem tem que ser macho! Homem não leva desaforo para casa, tem que falar grosso, coçar o saco, cuspir no chão (se for um e...

Blogs do Multiverso

­ Estava eu em minha humilde oficina, produzindo um simples encantamento que tecia a tinta ao papel e formava figuras e palavras, quando meu ofício foi interrompido. Batiam à porta. Curioso para saber quem era, a abri. Qual não foi minha surpresa ao ver, parado ali, diante de mim, um arauto. Ele olhou-me em meus olhos e, ao confirmar minha identidade, falou-me, usando o título pelo qual sou conhecido: – Artesão das Imagens e Palavras, por voto unânime da Ordem dos Senhores de Castelo, consagrado pelo regente N’quamor de Oririn e seguindo regras e normas estabelecidas pelo Conselho de Nopporn, tenho a honra de comunicar-te que fostes aceito a integrar o seleto grupo dos Arquitetos do Multiverso, onde pessoas como tu criam e partilham magias dedicadas à criação de mundos e à visitação de realidades fantásticas. Sê bem-vindo! Ao final de suas palavras, o nobre arauto apertou minha mão e trocamos um fraternal abraço. Logo após, ele se foi, indo entregar mais missivas e boas novas a out...