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Mostrando postagens de fevereiro, 2012

A polêmica da literatura "lixo" e dos autores e blogueiros autores de "lixo"

Não sei se deveria, ou não, ficar calado sobre essa polêmica de blogs, mas acabei me resolvendo por fazer algumas observações: Em primeiro lugar, confesso que o texto me incomodou - e muito. Não, como podem achar alguns que vejam este meu blog pela primeira vez, por escrever em um blog de resenhas, pois o meu não se destina a isso e eu não pretendo que se torne algo do tipo. Me incomoda, sim, pela fato de que as pessoas têm se agredido gratuitamente. A começar, obviamente, pela autora do texto original (que, aliás, pode ser encontrado aqui: http://www.literal.com.br/artigos/nao-sou-de-outra-geracao-nem-senil-sou-realista-1 ). Em outro blog, este, sim, de resenhas ( http://www.minhavidaporumlivro.com.br/2012/02/perigosamente-preconceituoso.html?showComment=1330564205745#c1463321496973991631 ), vi um comentário que me deixou muito incomodado e que me fez ter de comentá-lo. A única coisa que farei é copiar e colar a minha resposta a tal comentário, que tem sido um dos últimos até o moment...

Um leve desabafo

A Banalização da Violência Bruno Leandro É engraçado como no Youtube cenas de sexo explícito são proibidas. Não discordo, têm que ser proibidas, mesmo. Mas violência pode. Pode? Não pode! Não deveria poder, na verdade. Sou contra exibições de brigas, maus-tratos e espancamentos no Youtube. Por quê? Porque sou contra a banalização da violência. Hoje em dia as pessoas não se chocam mais com a violência, pois estão tão acostumadas a vê-la que esta se torna algo corriqueiro. E o que vem daí? A violência se torna algo banal, a ser, inclusive, debochado. Um exemplo? Um cara mata a mãe, fala uma frase que é considerada "engraçadinha" e isso vira hit/meme da internet. E a mãe que ele matou? Ah, já está a sete palmos, mesmo, pra que se preocupar com isso? Aliás, se fossem só as palavras, eu ficaria até satisfeito. Mas, e os atos? Duas crianças - isso mesmo: crianças! - brigam, arrancam os cabelos uns dos outros e seus amigos (?) gravam e colocam no Youtube, para todos verem. Acessos?...

Reflexões de um simples acontecimento.

Olá, pessoal. Desculpem os meus constantes sumiços, não há desculpas para eles, se não a falta de imaginação e ânimo. confesso que estive desanimado neste início de ano e não tenho escrito ou produzido como queria. Espero que isso comece a mudar, agora que a faculdade retornar. Afinal, é sempre quando não podemos tê-las, que as melhores ideias se anunciam. Mudando de assunto, o texto de hoje foi inspirado por um amigo, que me propôs um "desafio literário", ao qual ainda estou devendo uma revanche e pretendo pagar assim que possível. Eu gosto de "viajar na maionese", de pensar em coisas fora da lógica comum. e não vejo nada de errado nisso. Acho, até, muito bem-vindas as minhas viagens. É bom sair um pouco do lugar-comum, mudar seus pensamentos e olhar as coisas sob uma outra ótica. e vocês?  Não direi mais nada, apenas vou convidá-los a uma reflexão: Um Simples Queda Bruno Leandro Envolta em silêncio, ela cai como um corpo lançado no ar. A agonia do momento e...

Borboletas e Mariposas

Acabou de passar uma mariposa pela janela. Como é engraçado que uma borboleta e uma mariposa sejam tão diferentes e tão parecidas. Ambas são belas, às suas maneiras, e ambas são resultado de uma vida inteira de transformações, que, frágil, dura pouquíssimo tempo. Sua diferença mais marcante é a luz. Enquanto as borboletas vivem na luz do sol e são banhadas por seu brilho, as mariposas vivem nas trevas e lutam para alcançar a luz. Geralmente, essa luz não é bela e acolhedora, mas apenas uma tentação mortal. Por que é tão mais difícil ser uma mariposa e tão mais fácil ser uma borboleta? Por que é tão pior a tentativa de sobrevivência em meio às trevas? Por que viver eternamente na noite nos torna cinzentos e desprovidos de vida? São muitas as perguntas, mas engana-se quem pensa que a luta pela sobrevivência nas trevas seja mais difícil do que na luz. Será que alguém já percebeu que a luz é algo transitório, com duração tênue? Que estar na luz é estar muito mais exposto a inimigos que na...

Nem sempre tudo é paz e amor...

Sim, eu às vezes fico muito irritado. acho que o barulho, a falta de respeito, a televisão, a falta de noção das pessoas... Tudo isso e mais um pouco me deixa irritado demais. E com vocês? Irritação Bruno Leandro Irritação. Não tem outro nome para definir o sentimento. Barulho, falatório, desconcentração... Você decide. Nossa,   é tão chato, às vezes! Não ser capaz de pensar, raciocinar, virar um ser puramente emocional. E a emoção é essa: irritação! Imagine-se um pai de família, um filho, uma mãe, uma tia... Enfim, imagine-se como você mesmo ou você mesma. Agora, imagine que você não tem privacidade. Horrível, não? Imagine, agora, que você não tem paz ou sossego. Imagine barulho, muito barulho. Imagine muitas pessoas falando à sua volta, zumbindo como moscas de padaria, ou como abelhas, lá, bem lá dentro do seu cerebelo. Aliás, não precisa ir tão longe, é só passar por dentro do ouvido, seja o esquerdo ou o direito, virar na curva do labirinto e pronto! Desgraça total! Juro ...

Quase um Balzaquiano

Olá, pessoal. Tudo bem? Sentiram minha falta? Em primeiro lugar, desculpem por não ter postado praticamente nada no blog nos últimos tempos, mas é que eu estava de férias e precisava descansar, recarregar as baterias de tudo, sabem? Ficar pronto para outro. Para isso, eu precisava viajar e esquecer um pouco que a internet existia. Não tive total sucesso, claro, mas consegui escapar das redes sociais e, apesar de amar escrever, me distanciei do blog, também. Eu precisava me desligar de tudo isso, nem que fosse um pouco, voltar ao mundo real e lembrar que existem mais coisas entre o céu e a terra do que sonham as paredes da minha casa e a minha conexão wireless. E o que dizer das minhas férias? Foram ótimas, me diverti muito, fui à praia (um dia só, infelizmente, pois São Pedro estava de sacanagem com a minha cara e fazia chover quando eu queria sair; resultado: traumatizei), passeei, shopping e coisas assim. Joguei muito videogame e curti um tempo longe do Rio de Janeiro, viajando para...