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Poesia de Quinta

Hoje é aniversário da minha tia Roseli, então, antes de mais nada: Parabéns, titia!
Voltando à programação normal...
Poesia em linguagem popular, esta foi feita como mais um experimento. Teve gente que não entendeu o final que eu propus.
E vocês, o que acham dele?



O Buraco
Bruno Leandro

Bate o taco
No buraco
Sobe a fumaça
Do tabaco

Que hora é essa?
Tou com pressa
Pegue o chapéu
E vamos nessa

É bilhar
Vamos jogar
Tomar cachaça
Lá no bar

Já é tarde
Faço alarde
Pancada de mulher, meu amigo,
Arde
 
É de bom-tom
Não é batom
Na camisa,
Então é bom

Dá confusão
Com minha paixão
Me atrasar,
Não posso, não.

Volta pra casa
Não se atrasa
Tua mulher
Cortou tua asa

Tic-taco
Bate o taco
Entra a bola
No buraco

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