Pular para o conteúdo principal

Semana Especial: Animês e Mangás - Dia 3 – Princess Tutu


Dia 3 – Princess Tutu
Hoje eu estava enfrentando um grande dilema: falar sobre os 200 anos da primeira publicação dos contos-de-fadas dos Irmãos Grimm, ou continuar a minha semana especial sobre mangás e animês? Então eu pensei: por que tenho que escolher um ou outro? Por que não misturar os dois? Acabei fazendo isso.
Para falar a verdade, não conheço muitos animês e mangás sobre contos de fadas, conheço mais os que têm elementos de fantasia, como elfos, trolls, dragões e etc. Mas, pesquisando no (santo) Google, achei um animê do qual eu já tinha ouvido falar séculos atrás, mas, como naquela época o acesso era difícil, não consegui assistir. Estou falando do Princess Tutu (A Princesa de Tutu).
Princess Tutu conta a história de Ahiru, uma simpática patinha que vê o sofrimento de um príncipe, chamado Mytho, que perdeu seu coração (mas está vivo, afinal, isto aqui é fantasia, então pode) e, triste por ele, deseja consolá-lo. Infelizmente, ela não sabe falar, mas existe um bruxo, chamado Drosselmeyer, que pode lhe dar o que ela deseja, e ele faz: dá à patinha um amuleto que a transforma em ser humano e permite que ela tenha voz. Claro que nem tudo é fácil e ela tem uma rival pelo coração do príncipe, uma menina chamada Fakir, cuja personalidade detestável nos faz torcer pelo sucesso de Ahiru.
O Animê contém elementos de contos-de-fadas, balé (é bem parecido com O Lago dos Cisnes, sendo Ahiru o cisne branco, Fakir o cisne negro e Mytho o príncipe) e, também, o gênero Mahou Shoujo (garota mágica), pois Ahiru pode usar seu amuleto para se transformar na Princesa Tutu do título.
É difícil dar muitos detalhes sem assistir à série, mas parece ser bem interessante e o desenho é muito bonito. A mistura de elementos me agrada bastante e a história promete emoção, aventura e, claro, uma boa dose de romance. Com certeza, irá para a minha lista para assistir.
O trailer abaixo consegue resumir bastante bem o mote da história:

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O Artesão das Imagens e Palavras

Hoje resolvi ambientar minha história em um mundo de fantasia que ainda irei criar. Como assim? Bem, este texto é sobre um ser que criei há algum tempo e que dá título ao conto de hoje. Aliás, é errado dizer que escrevi um conto, o que fiz foi apresentar este personagem e pedir a ele que falasse brevemente sobre sua história. Então, em vez de "conto", vamos dizer que meu personagem escreveu uma espécie de mini-autobiografia. Um pequena observação: esta não é a primeira aparição do personagem no blog, ele pode ser visto aqui e a cidade de Leandor também já existe, mas não um mundo onde eu possa colocá-la, ainda. Quem sabe eu a coloque em algum mundo já criado? Bom, ainda vou decidir isso. Questão de tempo. Por enquanto, fiquem com a biografia de: O Artesão das Imagens e Palavras. Bruno Leandro Não me tornei o Artesão das Imagens e Palavras à toa. Eu o fiz porque tinha um sonho. E um dom. Eu o fiz porque tive quem acreditasse em meu sonho. E em meu dom. Nasc...

Este texto não foi escrito por IA

Meus dois dedos de prosa sobre o pesadelo do fim do mundo dos últimos tempos De uns tempos para cá, a IA tomou conta de tudo. É possível vermos desenhos, vídeos, “fotografias” e, até mesmo, textos e músicas feitos com tais “recursos”. As aspas se aplicam, pois estão deixando de ser recursos e substituindo, ainda que mal e porcamente, o trabalho humano. Sei que a IA soa como inimiga natural nos últimos tempos, bem mais do que uma simples Skynet do pavoroso futuro do tal Exterminador, mas ela não deveria ser vista dessa forma. O problema é que o dinheiro a tudo corrompe. E, com isso, vemos trabalhos artísticos de pessoas vivas sendo utilizados, sem permissão, para compor a criação dos mais diversos tipos de obras de arte que, mesmo desprovidas de alma, ainda se passam por algo realizável. Não nos enganemos, a IA aprende e, com o tempo, ficará mais e mais difícil distinguirmos o que foi criado por ela. E isso é muito ruim. Não sou contra saltos tecnológicos, nem vilanizo a intelig...

O exotismo da raça

Ou por que os negros não são vistos como belos, apenas atraentes, quando muito Acredito que cada assunto que eu levante aqui tenha a ver com escrita. Claro, é antes uma maneira de posicionamento no mundo, mas também uma forma de analisá-lo na hora de produzir histórias. Os pensamentos aqui não são aleatórios ou descartáveis, mas uma maneira de produzir conteúdo que será usado para pensar em histórias futuras. Justificativa dada, vamos ao assunto de hoje: Qual imagem vem à sua cabeça quando se fala em uma mulher bonita? Provavelmente será uma mulher branca, talvez loira ou ruiva, olhos claros, magra e feminina. E um homem bonito? Acredito que branco, loiro ou moreno, olhos penetrantes e jeito másculo. Não se preocupe em negar ou justificar. É possível que você não tenha esse padrão de beleza para si e, caso o tenha, isso não é exatamente um problema seu, mas da sociedade. Afinal, a sociedade nos ensina a olhar apenas um tipo de beleza como padrão. O que não se encaixa é ...